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Drex: A revolução digital do real brasileiro

By: Robson Holowatty
10 de agosto de 2023

Drex: O real digital brasileiro

O mundo financeiro está em constante evolução, e o Brasil não fica atrás.

Com o anúncio do Drex pelo Banco Central (BC), o país entra definitivamente na era das moedas digitais. Mas o que é o Drex e como ele se diferencia das criptomoedas tradicionais? Continue lendo!

Origem do nome

O nome Drex não foi escolhido ao acaso. Ele carrega em si a essência e a proposta da nova moeda digital brasileira:

D para digital, R para real, E para eletrônica, X simboliza modernidade e conexão, fazendo uma clara referência ao Pix, o sistema de transferência instantânea que revolucionou as transações no Brasil.

Diferença entre Drex e Criptomoedas

Ao contrário das criptomoedas, que são ativos digitais descentralizados, o Drex é a representação digital do real brasileiro. Ele será totalmente emitido e controlado pelo Banco Central.

Enquanto criptomoedas operam em uma lógica de mercado, com flutuações e especulações, o Drex seguirá as mesmas políticas do dinheiro físico. A principal diferença? O Drex estará na blockchain, enquanto o real físico é impresso.

Mais segurança nas transações

A segurança é uma das principais preocupações quando falamos de dinheiro digital. O BC, ciente disso, garantiu que haverá segurança cibernética robusta para todas as transações com o Drex.

Vale ressaltar que os riscos de fraude estão mais associados ao comportamento humano do que à tecnologia em si.

Quanto vai custar?

O Banco Central indicou que pode haver um custo associado ao Drex. Este estará relacionado ao serviço financeiro prestado pela instituição ofertante.

No entanto, os detalhes exatos sobre os custos ainda estão em definição.

Integração com instituições financeiras

A integração do Drex com os bancos é um passo crucial para sua implementação.

O Banco Central espera que todos os participantes do piloto do Drex estejam conectados ao sistema até meados de agosto.

Grandes instituições, como o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, já estão ativamente envolvidas nos testes e desenvolvimento do Drex.

Com sua implementação prevista para o final de 2024, o país se posiciona na vanguarda das inovações financeiras, mostrando que está pronto para os desafios e oportunidades da economia digital.

O Drex não é apenas uma moeda digital, mas sim a afirmação de um Brasil moderno, conectado e inovador.

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